Descrição
Notre-Dame é a catedral gótica de Paris, na Île de la Cité, e um dos mais belos exemplos do gótico francês. Iniciada em 1163 e concluída em 1345, era o monumento mais visitado da França, com cerca de 12 milhões de visitantes por ano antes do incêndio de 2019.
Na noite de 15 de abril de 2019, o mundo a viu pegar fogo ao vivo. A flecha desabou e a "floresta" de vigas de carvalho sob o telhado se perdeu, mas as torres, as rosáceas e as abóbadas resistiram. Em dezembro de 2024, após cinco anos de obras, a catedral reabriu.
A fachada oeste é o rosto que todo mundo conhece: duas torres maciças concluídas por volta de 1250, uma fileira de estátuas de reis bíblicos e portais esculpidos. Entre as torres fica a rosácea central, concluída em 1220. Outras duas rosáceas, ao norte e ao sul, enchem o interior de luz colorida.
Lá em cima, ao longo das galerias da linha do telhado, estão as gárgulas e as quimeras. As gárgulas não são só monstros: são calhas de chuva. Notre-Dame também foi pioneira das abóbadas de ogivas e dos arcobotantes, que permitiram paredes mais altas e finas e janelas maiores.
Lá dentro, o grande órgão tem mais de 8.000 tubos e data do século XVIII. A catedral guarda ainda relíquias depositadas por Luís IX: a Coroa de Espinhos, comprada por São Luís, e uma lasca e um prego da Vera Cruz.
Ela já tinha chegado perto do fim. Durante a Revolução, virou Templo da Razão e depois armazém de alimentos. A multidão decapitou os 28 reis da fachada, tomando reis bíblicos por reis franceses.
Na década de 1830, autoridades de Paris cogitaram demoli-la. Victor Hugo escreveu O Corcunda de Notre-Dame para salvá-la, e o sucesso do livro fez o resto: em 1844 começou a restauração.
Ela foi conduzida por Eugène Viollet-le-Duc, que restaurou e inventou no espírito gótico, acrescentando uma nova flecha e as quimeras da galeria lá em cima. Dos apóstolos de cobre ao redor dela, só São Tomé olhava para a flecha. Ele tinha o rosto do arquiteto.
Construí-la levou quase dois séculos, a partir de 1163, sob o bispo Maurice de Sully. Aqui Napoleão se coroou imperador em 1804, e em 1944 um Magnificat celebrou a libertação de Paris. A restauração de cinco anos depois do incêndio custou cerca de 739 milhões de dólares.
Não perca
• As rosáceas.
• O grande órgão.
• As gárgulas.
• A Coroa de Espinhos.
Você sabia?
• Muitas cabeças dos reis decapitados apareceram em 1977 durante uma escavação nas proximidades: estão no Museu de Cluny.
• O galo no alto da flecha guarda relíquias contra raios. O antigo foi encontrado nos escombros depois do incêndio.
• Em 1971, Philippe Petit andou numa corda bamba entre as duas torres.
Na noite de 15 de abril de 2019, o mundo a viu pegar fogo ao vivo. A flecha desabou e a "floresta" de vigas de carvalho sob o telhado se perdeu, mas as torres, as rosáceas e as abóbadas resistiram. Em dezembro de 2024, após cinco anos de obras, a catedral reabriu.
A fachada oeste é o rosto que todo mundo conhece: duas torres maciças concluídas por volta de 1250, uma fileira de estátuas de reis bíblicos e portais esculpidos. Entre as torres fica a rosácea central, concluída em 1220. Outras duas rosáceas, ao norte e ao sul, enchem o interior de luz colorida.
Lá em cima, ao longo das galerias da linha do telhado, estão as gárgulas e as quimeras. As gárgulas não são só monstros: são calhas de chuva. Notre-Dame também foi pioneira das abóbadas de ogivas e dos arcobotantes, que permitiram paredes mais altas e finas e janelas maiores.
Lá dentro, o grande órgão tem mais de 8.000 tubos e data do século XVIII. A catedral guarda ainda relíquias depositadas por Luís IX: a Coroa de Espinhos, comprada por São Luís, e uma lasca e um prego da Vera Cruz.
Ela já tinha chegado perto do fim. Durante a Revolução, virou Templo da Razão e depois armazém de alimentos. A multidão decapitou os 28 reis da fachada, tomando reis bíblicos por reis franceses.
Na década de 1830, autoridades de Paris cogitaram demoli-la. Victor Hugo escreveu O Corcunda de Notre-Dame para salvá-la, e o sucesso do livro fez o resto: em 1844 começou a restauração.
Ela foi conduzida por Eugène Viollet-le-Duc, que restaurou e inventou no espírito gótico, acrescentando uma nova flecha e as quimeras da galeria lá em cima. Dos apóstolos de cobre ao redor dela, só São Tomé olhava para a flecha. Ele tinha o rosto do arquiteto.
Construí-la levou quase dois séculos, a partir de 1163, sob o bispo Maurice de Sully. Aqui Napoleão se coroou imperador em 1804, e em 1944 um Magnificat celebrou a libertação de Paris. A restauração de cinco anos depois do incêndio custou cerca de 739 milhões de dólares.
Não perca
• As rosáceas.
• O grande órgão.
• As gárgulas.
• A Coroa de Espinhos.
Você sabia?
• Muitas cabeças dos reis decapitados apareceram em 1977 durante uma escavação nas proximidades: estão no Museu de Cluny.
• O galo no alto da flecha guarda relíquias contra raios. O antigo foi encontrado nos escombros depois do incêndio.
• Em 1971, Philippe Petit andou numa corda bamba entre as duas torres.