Descrição
O Père-Lachaise é o maior cemitério de Paris, 44 hectares de colina no 20º arrondissement, e um dos mais visitados do mundo. É traçado como um jardim inglês, com caminhos sinuosos, árvores antigas e túmulos de todos os estilos, e vem-se tanto pelo passeio quanto pelos mortos famosos.
Muitos vêm por Oscar Wilde e Jim Morrison. Outros procuram Marcel Proust, Édith Piaf, o compositor Bizet, Molière e La Fontaine.
O lugar mais comovente é o Muro dos Federados, onde 147 combatentes da Comuna de Paris foram fuzilados em 1871. Ainda é um ponto de encontro da esquerda francesa.
No túmulo de Abelardo e Heloísa, os apaixonados deixam cartas. E raposas vivem entre as sepulturas. Aqui também há três memoriais da Primeira Guerra Mundial, e o crematório, o primeiro construído na França, fez sua primeira cremação em 1889.
O cemitério abriu em 1804 na colina de Mont-Louis, com apenas 13 túmulos. Longe demais da cidade, diziam os parisienses, e muitos católicos se recusavam a repousar em terra não abençoada pela Igreja. Então os administradores bolaram um plano de marketing.
Em 1817, com grande alarde, transferiram para lá os restos de Molière e La Fontaine. Depois vieram os supostos ossos de Abelardo e Heloísa, os amantes malfadados da Idade Média. Funcionou: em 1830 havia mais de 33.000 túmulos, e todo mundo queria descansar entre os famosos.
O nome vem de Père La Chaise, confessor de Luís XIV, que morava numa casa dos jesuítas no local.
O arquiteto Brongniart tomou os jardins ingleses como modelo. O cemitério foi ampliado cinco vezes, em 1824, 1829, 1832, 1842 e 1850, e reúne mais de um milhão de sepultamentos, com muitos outros no columbário, construído em 1894 e coroado por uma cúpula de estilo bizantino.
Muitos vêm por Oscar Wilde e Jim Morrison. Outros procuram Marcel Proust, Édith Piaf, o compositor Bizet, Molière e La Fontaine.
O lugar mais comovente é o Muro dos Federados, onde 147 combatentes da Comuna de Paris foram fuzilados em 1871. Ainda é um ponto de encontro da esquerda francesa.
No túmulo de Abelardo e Heloísa, os apaixonados deixam cartas. E raposas vivem entre as sepulturas. Aqui também há três memoriais da Primeira Guerra Mundial, e o crematório, o primeiro construído na França, fez sua primeira cremação em 1889.
O cemitério abriu em 1804 na colina de Mont-Louis, com apenas 13 túmulos. Longe demais da cidade, diziam os parisienses, e muitos católicos se recusavam a repousar em terra não abençoada pela Igreja. Então os administradores bolaram um plano de marketing.
Em 1817, com grande alarde, transferiram para lá os restos de Molière e La Fontaine. Depois vieram os supostos ossos de Abelardo e Heloísa, os amantes malfadados da Idade Média. Funcionou: em 1830 havia mais de 33.000 túmulos, e todo mundo queria descansar entre os famosos.
O nome vem de Père La Chaise, confessor de Luís XIV, que morava numa casa dos jesuítas no local.
O arquiteto Brongniart tomou os jardins ingleses como modelo. O cemitério foi ampliado cinco vezes, em 1824, 1829, 1832, 1842 e 1850, e reúne mais de um milhão de sepultamentos, com muitos outros no columbário, construído em 1894 e coroado por uma cúpula de estilo bizantino.